Termino o domingo pós festinha animada de dois anos da fofíssima Julia, filha da amada Martinha e do meu sempre querido amigo Gusmão, com uma baita dor de cabeça. Enjoadíssima. Não sei se é da coluna (pescoço reclamou bastante no final de semana) ou do perfume (errado) que escolhi usar hoje. É um de mel da LOccitane, que, no início, eu gostava, mas agora, definitivamente, não combina mais comigo…Tem dessas coisas, né, gente? Perfume, roupa, acessórios que não “duram”. Até porque é isso: tudo muda o tempo todo, e nosso estilo também tem permissão pra mudar. Não sou dada a mudanças radicais no visu (na vida, algumas vezes, já foi necessário). Sou sutil nas novidades. Mas, espreitando os 40 (mais três aninhos e priu, já era!), cada vez mais, quero pra mim o que gosto e o que me faz bem. Por dentro e por fora também. O perfume vai ser doado, pronto.
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Então é isso, minha gente: a coluna travou mesmo. Contratura fortíssima, lado esquerdo, pescoço e ombro. Estou fazendo fisioterapia e tomando remédio há uma semana. A dor diminuiu, mas a sensação de peso é terrível e vem junto com a impressão (possível) que o outro lado vai travar também, a qualquer momento.
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Fui ao ortopedista. Estou com contratura do trapézio por causa de algum desgaste da cervical. Os torcicolos dos últimos tempos já eram prenúncio do que viria, mas eu não dei bola…Achei que era culpa da posição ao dormir, achei que era de dormir pouco…Tudo isso soma “peso” à coluna, claro. E tem a pressão no trabalho, a correria doida dos últimos dias. E a pressão em casa, essa coisa de ter que dar conta de quase tudo ao mesmo tempo…Enfim, pesou. Vem pesando há algum tempo e eu venho tentando driblar como posso. Agora, minha coluna sofre. O ombro pesa, o pescoço repuxa, tudo dói…
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E Viquinho completa dois anos hoje, o dia mais frio do ano em Sampa. O sol saiu agora há pouco, no meio da tarde, e o céu, de repente, de cinza ficou azul. Pra lembrar direitinho a chegada do caçulinha louro que enche a casa de alegria. Foi um dia inteiro de trabalho de parto. Nenê não queria sair do quentinho da barriga da mamãe. Foi preciso andar muito, pular muito na bola de Pilates, curtir a banheira, empurrar, empurrar, empurrar — até nenê nascer faltando quatro minutos pro dia seguinte. Careca, rosado, olhinhos puxadinhos, boquinha bem desenhada. Lindo. E de três, viramos quatro.
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Acabou que sumi do blog. Tava digerindo o sapão que engoli com a babá!
Não rolou a tal conversa ainda. Mas rolará. Estou esperando a ocasião certa, pra não falar demais, e impensadamente, e acabar melando de vez a relação. Fato é que, por precisar de alguém de confiança, a gente se submete a certas folgas. É uma coisa muito chata, mas necessária…E eu tou agradecendo aos céus o fim das férias. Vai ser bom Gutão voltar a ter rotina e coisas interessantes pra fazer além de TV e cara de quem morreu e não sabe da babá que dorme por perto!!
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