Outubro de 2004

Escrito por Ju em Blog, Gutão | October 31, 2004 – 12:26 pm

Quarta-feira, Outubro 27, 2004

Dias felizes


E já se foi mais de meio ano ao lado do nosso filhote. Sete meses juntos. Gutão, lindão. Meu pequeno grande amor. Cada vez mais difícil descrever em palavras o tamanho dessa alegria. Taí, eu acho que é isso mesmo: filho é sinônimo de coração cheio. É mais. É a chance de ser melhor na vida. E eu agradeço todo dia ao Deus que me permitiu viver pra ser melhor. Amanhã eu escrevo mais. Hoje ficam as imagens. Gutão, lindão.

Nova peripécia: sentadinho, sozinho

Gutão, papai e mamãe: alegria em dose tripla

Gutão e o querido Theo: a amizade tá só começando


posted by JULIANA DE MARI 9:53 PM


Sexta-feira, Outubro 22, 2004


Do apego e do apetite

Alguém aí já ouviu falar na tal “angústia da separação”?? Trata-se da primeira crise do bebê, aquela fase em que o filhote percebe que ele e a mãe são pessoas distintas. O que significa que passa a sentir mais a nossa ausência. Segundo a literatura especializada, a hora de dormir vira o momento mais crítico desse processo. É que o bebê, que já tem consciência da sua própria existência, quer ficar mais com os pais, quer seguir o mesmo ritmo da casa, quer participar de todas as atividades. Daí, já viu: briga com o sono até não aguentar mais…(pra saber mais, acesse o site www.meubebezinho.com.br).
Pois bem, acho que meu Gutão está em pleno processo. Antecipadamente, diga-se. É que isso costuma ocorrer por volta do oitavo mês — e ele está agora às vésperas de completar o sétimo. Percebi que meu menino tem ficado mais angustiado do que de costume quando é deixado sozinho. Especialmente quando percebe que EU sai do ambiente. Cai a ficha e não tem conversa: ele berra mesmo. Tem chorado mais, aliás. Chora por que não consegue se virar no berço, chora porque eu tirei alguma coisa da mãozinha dele, chora porque quer mais comida!, chora, chora, chora. Isso não quer dizer que virou um chato. Longe disso. Meu Gutão continua um garoto alegre e sociável, mas não sorri mais pra qualquer coisa — ou qualquer um. Aprendeu a dar um sorrisinho meia-boca, aliás, mui engraçado. Faz um biquinho com a boca fechada, como a gente faz quando sorri sem mostrar os dentes, sabe? Pois bem, é assim. Um charme só.
Fiquei meio assustada quando o processo se manifestou, mas agora já retomei o pé da situação. Gutão tá crescendo, é isso. E essa percepção mais apurada sobre quem ele é (e quem somos nós) é um indício bacana de que o processo está acontecendo de forma saudável. Um pouquinho de angústia, uma certa insegurança, um medinho, fazem parte, não tem jeito. Ciente disso, tenho procurado estar ainda mais atenta às necessidades dele, sejam elas físicas ou emocionais. Redobrei os carinhos, as brincadeiras, as palavras ao pé do ouvido. E Gutão adora “conversar”. Já começa a arriscar algumas sílabas. Mã-mã, blá-blá. Acho que não tem idéia ainda do que elas podem significar, mas tem se esmerado pra se comunicar. E se comunica o tempo todo. Mexe a cabeça (balança como quem diz não, não, não!), mexe os braços e as perninhas (como se estivesse fazendo bicicleta; só pára quando entra em sono profundo), mexe os olhinhos, curioso (se vê comida, então, acompanha até a bendita sair do ambiente — e depois grita, chamando “o prato” de volta!!!). Comida desperta uma curiosidade sem tamanho no meu filhote. É só entrar na cozinha que ele já fica animadinho! Ele GOSTA de comer e tem seguido uma dieta de fazer inveja a muito adulto. Fruta, por exemplo, come de duas a três vezes por dia. Papinha salgada, duas vezes, raspando o prato. E não recusa a mamadinha no peito antes de dormir mesmo quando tá caindo de sono!!! Às vezes, acho que ele tem comido demais…Mas se ele quer, não sou eu quem vai regular, né? Afinal, ele tá em fase de crescimento!!!! :-) E como cresceu nos últimos dias!! Espantoso. Tenho a impressão que já passou dos oito quilos há tempos…
É isso, o apetite do menino — pelas comidas e pela vida — é impressionante. Gutão quer pegar em tudo. Deu pra puxar o que estiver ao seu alcance: a toalha da mesa, o frasco de perfume no porta-trecos, a fralda que está à espera de ser trocada, o nariz do pai, o meu cabelo…Ele gosta de tocar e de ser tocado. Gosta de carinho. Fica tranquilo com as massagens improvisadas que faço nas perninhas dele. Adora tomar banho, ser ensaboado (mas DETESTA colocar roupa outra vez!). Curte um cafunezinho enquanto mama, uma graça. Quando tá no peito, sempre procura a minha mão. Agarra forte e não solta mais. É muito intensa essa outra forma de comunicação. Não há palavras, mas a gente fala tanto…

posted by JULIANA DE MARI 3:37 PM


Sexta-feira, Outubro 15, 2004


Jet lag


Acho que nunca vou me acostumar: acordar quando ainda não amanheceu é dureza. Fico com aquela sensação de jet lag, sabe? Cabeça doendo, olhos pesados,corpo mole, mal estar generalizado. Em outras palavras, sono. Muito sono. Gutão tem dormido muito bem, obrigada. Engata lá pelas 7h da noite e não desperta mais durante a madrugada, uma benção. Às vezes, dá uma choramingada, mas é só ir lá e oferecer a chupeta bendita que ele vira pro lado e dorme outra vez. O fato é que ele tem dormido suas oito horas por noite feito um anjinho — o que resulta num despertar às 4h/5h da matina. Mas eu não tenho dormido minhas oito horas rejuvenescedoras. Vou deitar lá pelas 22h/23h, ou seja, tenho um déficit de duas horas diárias. Ai, como é difícil sair da minha cama!!!!
Vou lá no quarto do meu amadinho me arrastando e dou de cara com o menino todo feliz, olhão esbugalhado, sorriso idem, querendo brincar. Minha tática nos últimos dias tem sido a de tirá-lo do berço sem muito agito, dar uns beijinhos e uns abraços bem apertados, trocar a fralda (invariavelmente cheia de coco!!!) e devolvê-lo à companhia dos bichinhos-amigos. Descobri também que ele adora barulho. E, confesso, parti pro jogo-baixo: penduro um brinquedo beeeeem barulhento acima das mãozinhas dele e corro de volta pra curtir mais um pouquinho da minha cama quentinha!!! Gutão faz a parte dele, e, de bumbum limpinho, fica lá se divertindo sozinho — mas a brincadeira não dura mais que meia hora. E lá vou eu de novo, no melhor estilo zumbi, catar o menino pra mamar. Só libero o peitão, no entanto, às 6h da matina, e não há choramingo que me convença a fazer isso antes da hora. Ok, eu sigo os desejos dele, mas não abro mão de impor alguns limites e de estabelecer rotina. Assim, fica tudo mais razoável, pra mim e pra ele, acredito.
Aliás, falando em horários, tou testando uma dica do Nana, Nenê que achei interessante. É assim: Gutão tá jantando agora. Sopinha salgada. E é só encher a pança que já fica molinho, querendo dormir. Só que isso acontece às 6h da tarde, minha gente! No way! A recomendação é esticar um pouco o horário de ir pro berço. Meia hora todo dia. Foi o que fiz ontem. Cheguei em casa às 7h. Ele já tinha jantado e tava lá espertinho, brincando na sala. A babá foi embora, fiquei eu como “animadora de auditório”. Fiz um monte de palhaçadas, o bichinho riu de gritar! e só deu sinais de cansaço uma hora depois. Às 8h da noite, portanto, dei a última mamada e, ainda no peito, ele dormiu. Tão lindo isso…Não o acordei pra mamar depois. Ele dormiu direto, o sono dos justos, e só me “chamou” hoje às 5h. Perfeito (embora eu preferisse levantar quando o sol nos chamasse). Vou usar da dica hoje outra vez e depois e depois e depois…Berço só quando o Jornal Nacional começar! Se o reloginho do meu pequeno voltar a despertar às 7h da matina, vou me sentir a mãe mais feliz do mundo. Quem diria, felicidade às 7h da matina…
posted by JULIANA DE MARI 11:40 AM


Terça-feira, Outubro 12, 2004


Viva as crianças!

O nariz continua entupidinho, mas meu Gutão anda mais disposto que nunca! O feriado prolongado fez muito bem ao pequenino. Domingo, almoçamos num museu. Sim, no delicioso restaurante do Museu da Casa Brasileira. Um óasis verde em plena avenida Faria Lima (um dos corredores mais movimentados da capital paulista). Gutão simplesmente a-do-rou o lugar. Ficou rindo à toa pras árvores, pros garçons (acho que ele queria convencer algum a servir um golinho de vinho pra ele!) e até pra Carla Camuratti. Ela mesma, a atriz. Tava lá, com o marido e filho Antonio, um lindinho de quase dois anos. Quando passou pela nossa mesa, correndo atrás do seu filhote pra oferecer uma comidinha, parou. Não resistiu aos encantos do Gutão, tsc, tsc. Fez gracinha pro moço, perguntou o nome dele, recebeu muito charme de volta e saiu dizendo que o Augusto tem uma carinha linda de menininho…
Hoje, terça, dia das crianças, o primeiro do nosso amadinho, a farra começou cedo. Na cama. A nossa, claro. Depois de trocar a fralda do pequeno, quase sete da manhã, o pai o levou pra descobrir, junto com a gente, o seu primeiro presente. Gutão vidrou no pacotão, feito com papel amarelo, cheio de figurinhas coloridas. Mexeu, mexeu, mexeu. E, quando o presente finalmente foi revelado, uma bola colorida bem macia, um mordedor em formato de pé e um sapinho de colocar na banheira, deu-se a cena: Gutão preferiu a barulheira do papel amassado!!!! Criança tem dessas coisas!!!
A alegria seguiu terça afora. Almoçamos ao ar livre. Fizemos um super piquenique no parque, na companhia da dinda Dani e do Miguel. Gutão tomou sopinha e comeu banana de sobremesa. Raspou tudo e ainda quis morder o prato!!!! Falou um monte, deu altas risadas. De pernocas de fora, os dois amigos se esbaldaram esparramados nas cangas. Parecia até que estávamos na praia tamanho o calor. Mormaço, na verdade. Eu, desavisada, torrei as costas. Gutão, ainda bem, ficou bem protegido do sol, curtindo uma sombrinha gostosa. Mas ficou o alerta: daqui pra frente, qualquer que seja o tempo ou o programa, se for ao ar livre, protetor solar nele (ele usa o Helioblock fator 60). Não dá pra bobear com nosso branco-de-neve, né? Depois de tantas emoções, banho e berço. A excitação era tanta que o pequeno demorou um bocadinho até se render ao sono. Tá lá, agora, pezinhos de fora, mãozinhas fazendo prece, ressonando tranquilo. Um anjinho. Daqui a pouco, vou acordar meu menino pro último mamá do dia. No peito, dando e recebendo carinho.
(Hoje também é dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Eu peço a ela, com toda a minha fé, que abençoe as criancinhas desse nosso país, especialmente aquelas para as quais o dia de hoje foi um dia como outro qualquer…Peço também que a mãe maior siga dando o principal pro meu filhote: muita saúde).

posted by JULIANA DE MARI 8:57 PM


Segunda-feira, Outubro 11, 2004


Tirando dúvidas


Mais uma vez, obrigada pelos recados carinhosos que vocês têm deixado por aqui. Gutão vai gostar de saber que teve uma platéia tão calorosa “assistindo” suas primeiras aventuras! Bom, deixa eu responder às dúvidas que surgiram nos últimos comentários. Seguinte: Lu Brasil, queridíssima mãe do Enzo, tapotagem é o nome que eles dão pruma sacanagenzinha com o bebê. Depois de ter feito a inalação, ele é colocado em cima dos joelhos da mãe, de bruços, com a bundinha mais elevada que o peito. Tá lá, todo feliz, olhando pra baixo, certo? Pois bem, a posição é perfeita pruns tapinhas, com as mãos em concha, nas costas dele. Mas tem que ser “conchada” pra valer, durante uns cinco minutos. Não é pra fazer carinho. Parece crueldade, Gutão reclama pra burro, mas a técnica ajuda a soltar o catarro do peito do nenê. Ele pode expelir pelo nariz, pela boca ou simplesmente engolir a secreção. No problem — é nojento, mas o corpo está preparado pra lidar com isso.
Mic, o Augusto não usou mamadeira, nem nos primeiros dias. Ele já foi direto do peito pro copinho. No início, nós usávamos um copo pequenininho, da Promillus, e regulávamos o tanto que ele engolia a cada gole. Ele só chorou na primeira vez. Daí por diante, aprendeu a engolir sem sugar e a reclamar pra pedir mais! A babá percebeu que ele ficava agoniado de tomar o leitinho aos poucos e passou a dar num copo maior, de plástico, de um jogo que nós, adultos, usamos no dia-a-dia de casa. Ele adorou a novidade, claro. Tomava praticamente 200ml de Nan de um gole só! Foi aí que percebi que era hora de introduzir um copinho apropriado pra bebês, esse que aparece na foto do post anterior. Ele tem um bico quadrado, com furinhos, e o nenê precisa sugar um pouco pra beber. Gutão gostou mais ainda: como o copo tem alças, ele mete as mãos ali e vai regulando, sozinho, o tanto que quer beber a cada gole. O máximo! Comprei também um copo treinamento com válvula, desses que não deixam vazar, que exige sugadas vigorosas pra liberar o líquido. Já tentei oferecer, mas o Augusto não gostou muito. Acho que vai ser mais agradável fazer isso quando ele ficar um pouco maior, sei lá. Ou, de repente, ele nem vai passar por esse tal treinamento. Do jeito que vai, daqui a pouco ele tá enchendo o copo sozinho!!!
posted by JULIANA DE MARI 11:31 AM


Sexta-feira, Outubro 08, 2004


Das delícias do feriadão


Tempo doido — calorão num dia, friaca no outro — dá nisso: nariz entupido e muito espirro. Começou assim nosso feriadão. Estamos, os três, gripados. Ainda bem que sexta, ontem, foi dia de consulta mensal na dra.Ketty. Fora o incômodo do nariz funga-funga, Gutão tá ótimo. Fez a maior bagunça na mesa da médica, distribuiu sorrisos e vidrou nos bonecos barulhentos que ela deixa à mão no consultório. Ainda vai ter que encarar a chatice da inalação + tapotagem, limpar o narizinho com rinosoro e cuidar pra não tomar vento nem passar frio por mais alguns dias. Pesou 7.545kg, engorda de 600 gramas, e mediu 65,5cm, três centímetros a mais que no mês passado. Tá enorme esse menino! Já cresceu praticamente 20 centímetros em seis meses, sabe lá o que é isso? Diz a médica que a média é crescer uns 15…Gutão chegou pequenininho, mas tem nos mostrado que tamanho não é documento mesmo!!!
Agora ele tá ali, de camiseta e pernocas de fora, musiquinha do Palavra Cantada ao fundo, dormindo no berço. Voltamos hà pouco do almoço. Eu e o Rô não resistimos e encaramos uma bela feijoada. O pequeno tomou sopinha de carne, cenoura, mandioquinha e agrião confortavelmente instalado no bebê-conforto, dando uma pausa entre uma e outra colherada pra observar o ambiente — e fazer charme pras pessoas. Se comportou tão bem que teve direito até à sobremesa: papinha Nestlé, mistura de maçã e banana. Foi a primeira vez que ofereci e ele adorou. Pois bem: vai ser assim daqui pra frente. Leitinho da mamãe às 7h, Nan2 (ueba, abandonamos o Nan AR!) no meio da manhã, sopinha e suco mais sobremesa no almoço, Nan2 de novo no meio da tarde e…jantar!!!!! Sopinha e suquinho pra acompanhar. Daí, antes de dormir (ele geralmente capota às 19h, mas eu o tenho acordado pra trocar a fralda e dar a última mamada), lá pelas 21h/22h, leitinho da mamãe outra vez. Tá, era mais fácil quando era só o peito: botava pra fora, encaixava o menino e pronto, a fome ia embora. Agora tem a função sopinha, tem que levar os apetrechos pratinho-colherinha-copinho pra cima e pra baixo, mas eu realmente tou curtindo essa fase. Não consigo achar chata a “obrigação” de alimentar o meu menino…É que tou achando o máximo o modo interessado, pra dizer o mínimo, com que meu Gutão tem reagido a essas novidades no “menu”. Ele só diz sim aos novos sabores (ah, não, ele fez careta pro suco de goiaba!). Já que o assunto é comida, só posso dizer que é uma delícia me aventurar como mãe ao lado de um bebê tão gostoso quanto esse!!!


posted by JULIANA DE MARI 11:43 AM


Sábado, Outubro 02, 2004


Notícias do sabadão


Onze da manhã. Chegamos em casa há pouco, eu e Gutão. Ele tá ali, tirando uma soneca na cadeirinha. Eu resolvi dar notícias antes que a preguiça me consuma. Tou muito cansada. Se eu pudesse, passaria o dia na cama…Acordamos cedo hoje. Dia chato, de vacina. Gutão tava alegrinho, mas chorou um choro sentido depois das picadinhas. Foram duas: última dose da meningite e última da hexa. Mês que vem tem mais e depois só aos nove e aos 12, viva! O Rô nos levou à clínica e de lá seguiu pra praia. Foi surfar. O tempo tá feio, céu cinza, meio abafado, mas o que importa é que vai ter onda. Ele precisa estar no mar pra reabastecer as energias. Eu bem precisava dar uma peruada, daquelas que começam no salão do cabelereiro, passam pelo shopping e terminam com um bom papo numa cafeteria simpática de rua. Ai, ai.
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Ah, ia esquecendo de comentar: Gutão fez mais uma estréia. Tomou banho de chuveirinho ontem à noite. Foi assim: ele havia feito um cocozão, daqueles que povoam a fralda inteira e que sujam camiseta, calça, trocador, sabe? Pois bem. Tava ali, todo sujo e fedorento e eu pensei: “não vai ser um algodãozinho com água morna que vai limpar essa sujeirada”. Não tive dúvidas. Levei ele pra baixo do chuveiro. Ficou de pé, o danadinho, em cima do tapete anti-derrapante, curiosíssimo com aquele troço que esguichava água na sua mãozinha. Eu tive que fazer malabarismos pra dar conta de me abaixar, segurar e ensaboar o pequeno. Na hora de sair, mais desafios: abracei meu Gutão bem forte (fiquei toda molhada, obviamente), joguei a toalha nas costas dele e vim correndo pro quarto, trocar o menino no lugar devido. Nem preciso dizer que ele adorou a farra, né? Morreu de dar risada e ainda dormiu limpinho e cheirosinho.


posted by JULIANA DE MARI 11:18 AM

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