E o problema continua
Comentários — ainda — fora do ar.
Estranhíssimo ficar nesse “monólogo”.
Mas vamos lá.
Comentários — ainda — fora do ar.
Estranhíssimo ficar nesse “monólogo”.
Mas vamos lá.
Vocês já perceberam que, há dias, não está dando pra comentar no blog. Um saco.
Mas já relatei o defeito e o pessoal da Globo.com está atrás de solucionar o problema. Espero que não demore demais…Coisa bem chata vir aqui e não encontrar o “oi” de vocês.
Voltamos de Recife ontem à noite. Estaremos lá novamente no Natal. Vai passar rapidinho dessa vez. Que bom.
Gutão voltou com saudades. Dormiu nas três horas de vôo e, quando acordou em Sampa, chorou de saudades. Dizia que estava com saudades da Adriane (a Adriana, babá da Bruninha, realmente um amor de pessoa) e da vovó Ju. Me deu vontade de chorar junto…Filhote fica tão sentido, vermelho, cheio de lágrimas…Como é que pode, tão pequenino, sentir tanto?
Tenho um defeito incurável como mãe: detesto acordar cedo. Eu assumo. É um sofrimento despertar com o sol…Desculpa, meu filho. Nasci vespertina. Eu até que me esforço, mas cinco e meia da matina não há humor que resista!!! Vou te contar uma coisa: meu dia ideal seria dormir até às 11h e ir deitar quando a noite estivesse beeem escura. Não tenho problema pra ficar acordada na madrugada. Nenhum. Desde que, no outro dia, eu possa a avançar na minha cama até a hora em a barriga dê sinais de que precisa se alimentar!
Gutão melhorou da otite (obrigada pela torcida, meninas!). À base de antibiótico e antihistamínico, é verdade, mas melhorou. E conseguimos voar numa boa. Aliás, filhote capotou no vôo e só acordou aqui em Recife. Ainda bem. Sentamos atrás no avião e o espaço entre a cadeira em que estávamos e a cadeira da frente era minúsculo, pelamordedeus. Fora o lanchinho, ridículo. E o atraso de meia hora, que, a essa altura do campeonato, nem dá pra reclamar…