Ate o Natal
Voltamos de Recife ontem à noite. Estaremos lá novamente no Natal. Vai passar rapidinho dessa vez. Que bom.
Gutão voltou com saudades. Dormiu nas três horas de vôo e, quando acordou em Sampa, chorou de saudades. Dizia que estava com saudades da Adriane (a Adriana, babá da Bruninha, realmente um amor de pessoa) e da vovó Ju. Me deu vontade de chorar junto…Filhote fica tão sentido, vermelho, cheio de lágrimas…Como é que pode, tão pequenino, sentir tanto?
Voltou bronzeadinho, meu picolito. Numas, né? Porque ele usou protetor 30 e hipoglós todos os dias. Mas ficou com a marca da sunga. E tá exibindo bracinhos e pezinhos dourados, além das bochechinhas levemente vermelhas. E a mecha dourada da cabeleireira tá linda, linda. Deu pra aproveitar praia até o último dia. Sabadão de sol e nos encontramos, finalmente, com a Rapha, o Igor e o Gustavo em Boa Viagem. Deu pra fazer buracão na areia, comer algodão doce, compartilhar salgadinho e boas risadas. Em dezembro, tem aniver do Igor e já combinamos uma pizza com bolo pra cantar os parabéns.
Hoje, domingo, fez um calor inacreditável em Sampa. Mais até do que em Recife. Almoçamos na padaria, programa que Gutão adooora. Comeu ovos mexidos, franguinho e muitas frutas. E tomou suco de laranja em copo de vidro. Conquista das férias, que deixou meu filhote todo orgulhoso. Tá tão grandão, esse meu Gutão. Um moleque. Esperto, alegre, cheio de palavras, cheio de idéias, cheio de vontades. Me tira do sério muitas vezes, mas me faz rir muito mais.
Agora à noite, recebemos a alegre visita dos dindos, do Miguel e da Nina. Uma farrinha boa, com os dois meninos pulando dentro do berço que será usado pelo futuro irmão(ã) do Gutão. Uma beleza. E a Nina, toda cabeludinha, pra lá e pra cá com a boneca do Gutão (a Mimadinha que era minha e que resgatei lá em Recife tempos atrás) e que ele batizou de Juju, em homenagem a irmão do Rafinha (viu só, Mic?!).
Amanhã começa tudo de novo no trabalho, na escola. E eu espero começar a semana com calma. E espero manejar a agenda com certa serenidade até o final do ano, quando nossas mini-férias em família acontecerão outra vez. “Cenourinha” boa essa, né?
(O domingo em casa tá acabando um tantinho mais estressante do que eu gostaria. Infelizmente.
Estou tentando não estressar…Não mereço e não quero essa energia no final das férias…)






