O ano começou
Salve, salve pessoal!
Feliz Ano Novo para quem passa por aqui anonimamente e para os meus queridos que sempre nos deixam uma palavrinha.
Nossas férias foram ótimas. Floripa e Recife nos receberam com dias lindos, muita praia, muita farra e muito carinho da família — ou seja, tudo o que precisávamos para iniciar um novo ciclo com o astral lá em cima!
De Floripa, trouxemos uma grande novidade: Gutão não usa mais “petita”! Sim, meu filhote amado cumpriu a promessa de entregar a dita ao Papai Noel (a versão vovó Lilica funciona que é uma beleza!). O trato era entregar a chupeta e receber a bicicleta de presente. Quem escolheu a moeda de troca foi ele mesmo, meses atrás. O único porém é que filhote queria uma bike azul. E a loja entregou em Floripa uma preta e amarela, coisa que só descobrimos em cima da hora, ao lembrarmos que não adiantava nada entregar a caixa sem montar a bicicleta, né? Pois bem, e lá fomos nós, trocar a petita pela bike preta e amarela. E não é que foi a primeira coisa que Gutão percebeu? Os olhinhos dele brilharam, ele ficou todo empolgado, mas perguntou, na lata: “Por que não é azul?”. E tem perguntado desde então, praticamente todo dia. Claro que eu criei uma história cheia de justificativas: acabou a tinta do Papai Noel, que usou o azul pra pintar outros presentes, e ele resolveu pintar de amarelo porque Gutão gosta muito do sol, e amarelo é a cor do sol, e por aí vai…
Gutão aprendeu a andar na bicicleta (de rodinhas, claro) rapidinho. Faz manobras pra frente, pra trás, tira finos inacreditáveis dos móveis, e morre de alegria! Logicamente, as primeiras noites em Floripa, depois da troca, sem a chupeta, foram difíceis. Gutão pediu a dita cuja antes de dormir em dois ou três momentos. Depois, aceitou e grudou na Pig. Não dormiu muito bem, é verdade. Acordou chorando várias vezes, teve sonhos “intensos”, reflexos da adaptação’ “à perda” da petita, acredito. E como é difícil a gente se desapegar, né? Por isso, tenho sido bem cuidadosa nesse processo com filhote. Não voltamos atrás na decisão, mas eu e o Rô oferecemos muito carinho, muito apoio e muito “reforço positivo” para Gutão passar por essa sem grandes traumas.
E filhote parece que passou. Em Recife, ele não pediu a petita nenhuma noite sequer. Deitava, abraçava a Pig e dormia. Dormiu um pouco mais facilmente do que em Floripa, e eu credito à correria e à “natação” nas piscininhas de Boa Viagem e ao ar-condicionado! Ai, que delícia esse tal de ar-condicionado! Não temos em casa, pois nunca sentimos necessidade. Nosso apê é bem ventilado, aliás, em geral, é sempre mais fresco que a rua. E como em Sampa os dias de calor intenso não são o usual, vamos levando com os ventiladores de teto. Voltando às férias, o ponto alto em Recife foi apresentar os primos: Gutão e Bruninha se conheceram, enfim!! Tão linda a nossa “Buruca”. Uma gorduchinha, de olhos atentos e gritinhos de personalidade. Gutão queria pegar a prima no colo a toda hora. E pegava, e fazia carinho, e dava beijinhos. Nem preciso dizer que voltamos com mais de mil fotos na digital, né?
Eu teria muito a contar das férias, mas, se eu me empolgar, isso aqui vai virar livro! Só posso dizer que, apesar do caos da TAM na tentativa de embarque na véspera do Natal (resumindo: cinco horas depois, pedimos reembolso, inclusive do táxi, compramos passagens da Varig pro dia seguinte e voltamos pra casa), o final de 2006 foi revigorante. Depois eu volto pra contar como estamos em 2007.