Quem sou eu?
A Mic me convocou e eu aceito o desafio de contar cinco coisas que ajudem vocês a me conhecer melhor. Não é fácil fazer essa “triagem”, mas vamos lá, vou registrar as primeiras que vierem à cabeça:
1) Eu choro muito. Choro vendo televisão, choro de pensar na vida, choro de alegria ao ver Gutão tão grandão, choro de felicidade quando penso em todas as coisas boas que já me aconteceram. Choro ao ver criancinha na rua, choro ao ler um texto bem escrito, choro ao lembrar da minha terra, da minha “casa”. Nem sempre é choro de tristeza, não. É choro pra limpar a alma, sabe assim? Dia desses até minhas amigas do trabalho se surpreenderam com esse lado emotivo. Fomos visitar uma amiga na maternidade e, diante do berçário cheio de nenezinhos recém-chegados, eu desatei a chorar. Nem a mãe do moleque acreditou!!
2) Eu sou viciada em coca light . Ok, ok, eu sei que faz mal, que dá celulite, que “derrete” o estômago (hahahahaaa), mas eu gosto. E não vale a coca normal. Tem que ser light (pelo sabor, nem tanto pela nóia das calorias). Tomo praticamente todo dia, bem geladinha. Adoraria contar pra vocês que sou viciada em suco de frutas, mas não rola. De laranja, desde a gravidez, não desce, me dá ânsia de vômito, acreditem se quiser. De melancia, me dá enxaqueca. De limão, nem sempre é fácil encontrar. De uva, esse, sim, eu gosto muito e tomo todo dia um copão no café da manhã. Mas é industrializado, deve fazer meio mal igual…Enfim, mais dia menos dia, eu faço uma dieta de desintoxicação e, quem sabe, reduzo o consumo de coca só ao final de semana. Olha aí, pode entrar na lista de resoluções de Ano Novo pra 2007!
3) Eu a-do-ro revistas . Sou jornalista de profissão, mas minha paixão por revistas é coisa que vem praticamente do berço. Tenho fotos bem pequena, com coisa de dois aninhos, sentada no piniquinho, e uma revista em quadrinhos nas mãos!!! Aliás, tenho várias fotos sentada no piniquinho. Pô, mãe, que invasão de privacidade, hein?
Fato é que adoro ver as páginas, a composição das fotos, cores e artimanhas dos editores transformando uma pauta em “movimento”. Compro tudo o que me chama atenção na banca. O móvel da nossa sala, na real, parece, ele, a própria banca. Das brasileiras, a Vida Simples é uma das que mais me agrada aos olhos (e ao intelecto também). E a Nova, que particularmente não me toca quanto ao conteúdo, tem uma direção de arte de tirar o chapéu. Você olha e reconhece a revista de bate-pronto. Já a Esquire, americana, é outra que me faz babar. É sofisticada no conteúdo e na forma. Do trabalho em revista o que mais gosto é isso: a possibilidade de pensar no conjunto, de ampliar as fronteiras da edição além-texto.
4) Eu tenho tara por sapatos . Não chega a ser uma coisa, assim, Imelda Marcos, mas meu armário está abarrotado. Sapatilhas e sandalinhas baixas, em sua maioria. Adoro. Acho gracioso e chique. Não gosto muito de salto alto. Dependendo da ocasião faz parte, mas não me sinto “eu” pisando nas “alturas”. Se a combinação for terninho e salto alto, então, vixe. Eu fujo disso como o diabo foge da cruz. Bom mesmo são aqueles chinelos tipo Birkenstorken, macios, macios, dedinhos livres ao vento! E já que o assunto é esse mesmo, eu revelo mais uma na carona: adoro moda. Não sou das mais ousadas, não sou fashionista, mas gosto de colocar um ponto contemporâneo, digamos assim, no visu diário. Em geral, tendo a ousar mais nos acessórios do que no guarda-roupa em si. Daí, a tara pelos sapatos.
5) Eu acredito em astrologia Não sei “ler” nem calcular mapa astral, não se trata disso. Mas já fiz vários mapas, em momentos diferentes da vida e por meio de serviços diferentes (virtuais e presenciais), e sempre fiquei impressionada com o tanto que essa leitura do céu na hora do nosso nascimento pode revelar de tendências pra nossa vida. O último mapa que fiz foi via Personare. Desse aí, virei fã de carteirinha. Fiz meu mapa, o do Rô e do Gutão. Fiz também a revolução solar, que é a tendência para o ano a partir do aniversário. Gente, impressionante como indicou coisas que, de fato, estão se apresentando!!!! Estava escrito lá, por exemplo, que este seria um ano de reconhecimento profissional e de confirmação da minha vocação. De fato, estou trabalhando que nem uma camela, mas estou realizada como poucas vezes na vida. O bacana é que o astrólogo, o Alexey, não é fatalista. Sempre ressalta que o céu indica tendências. Se elas vão se concretizar ou não, daí já tem a ver com as escolhas que cada um vai fazer. E como eu acredito no poder das escolhas, acredito que crio a minha sorte, eu super tenho “escutado” esses conselhos.