E hoje foi dia de consulta na dra. Claudia. E Gutão, surpreendentemente, quis ir comigo. É que ele chegou da escola e eu tava quase saindo. Aí, filhote se candidatou pra me fazer companhia. E eu topei, claro! Saímos correndo, atrasados, com danoninho na mochila pra ele comer de sobremesa. E eu contei quem era a doutora, que ela tinha ajudado ele a nascer e tal e coisa e ele só dizia “eu me lembro dela, mamãe”. Hã-hã.
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Não deu pracinha por causa do tempo feio. Mas teve chimarrão e almoço na “casa dos dindos”. Gutão e Miguel brincaram de esconde-esconde e “tatu bola”, uma denominação, digamos, criativa pra bagunça que eles fizeram com as almofadas no sofá da Dani!! Nina, toda charmosa, me mostrou o brinquedo novo que ganhou, deu muitas risadinhas e almoçou sozinha, precisa ver que menina esperta essa minha afilhadinha! Nós, adultos, falamos da vida, comemos uma bela lazanha e curtimos as novidades da reforma da casa nova. E, na hora de vir embora, deu estresse clássico entre os meninos, claaaro. Um queria brincar de uma coisa, o outro de outra, e a choradeira foi geral. Gutão, com seus decretos, dizia que “nunca mais vou ser amigo do Miguel”. E eu só ouvia o Miguel reclamando que Gutão não queria mais brincar de tatu-bola e que não era pra ele ir embora. E aí, depois que o choro passou, Miguel foi dizer isso pro meu pequeno louro, que era pra ele ficar. Pronto, Gutão se debulhou outra vez, dizendo que ia embora, sim, e blablablá. E eu tive que explicar que quando um amigo diz que quer que a gente fique é porque ele não quer que a gente pare a brincadeira, porque tá muito legal. Haja psicologia!
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Eu e o Rô chegamos há pouco da primeira reunião do ano na escola do Gutão. Foi pra contar a proposta do ano letivo e pra esclarecer o que muda na rotina escolar agora que as crianças estão no Jardim I (turminha das que completam 4 anos em 2008). Pra resumir, a escola vai trabalhar ainda melhor os conceitos de autonomia e de auto-estima dos pequenos (e de respeito aos combinados do grupo também).
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Melhorei das costas e acabei tomando só dois dias de Decadron. Consegui dormir um pouco mais no final de semana também pra compensar o fato de que, na sexta, cheguei em casa do trabalho perto das duas da manhã…Enfim, faz parte. Só precisa é fazer mesmo essa compensação: dar tempo pro corpo e pra mente relaxarem. Eu venho lidando cada vez melhor com meus limites. Não fico ansiosa por estar em casa, fazendo “nada”. Estou me cuidando. Isso é mais importante que qualquer outro compromisso “lá fora”.
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Não tenho enjôo. Só fome. E sono, e aquele cansaço “eterno”, sabe como é que é? Vontade de ficar na cama, hibernando, só fazendo filhotinho(a) crescer…Mas a vida chama, a roda gira e mil e umas acontecem pra testar meu limite — físico e emocional.
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