Archive for January, 2009

Nós, eles e as boas recordações

Criado por em Bons momentos,Eu,familia,Felicidade,Gutão,Vico | 29/01/2009 – 5:37 pm

Há coisas na vida de que eu gosto muito. Doces, flores, cheiros. E fotos. Minhas e dos outros. Novas ou antigas. Adoro ver, posar e tirar. Gosto taaanto que Viquinho, meu modelo da hora, ouve o som que a máquina faz quando ajusta o foco e já dá risada! Pois bem, como fotografia é um gosto compartilhado aqui em casa (o Rô manda muito bem nos cliques, um baita fotógrafo amador, e Gutão, volta e meia, pede a digital e nos surpreende com um enquadramento mais legal que o outro), resolvemos fazer um ensaio decente da família. O mote foi a visita de todo nosso povo (leia-se avós e tios dos dois lados) no batizado do Vico. E a fotógrafa escolhida foi a queridíssima Gabi Butcher. Fizemos as fotos em dois momentos: no batizado e ao ar livre, em uma praça aqui do bairro. Essa semana a Gabi começou a me enviar uma amostra de como ficaram nossas “poses”: uma foto mais linda que a outra! Tou me sentindo que nem criança que ganha pirulito, sabe? Feliz, feliz, feliz por ter investido nos recuerdos da família (sim, como boa canceriana, acredito que é um investimento pro futuro guardar boas recordações do presente) . Vai um teco desse doce registro pra vocês.

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O perfume, ops, o batom, quer dizer, o esmalte…

Criado por em Bons momentos,Eu,Gutão | 28/01/2009 – 10:25 pm

Antes que eu me esqueça, deixa eu fazer o registro.

Eu e Gutão na cozinha. Ele comendo gelatina (“é de morango, mamãe? como era o nome daquela outra que eu não gostei mesmo? ah, framboesa). Eu tomando iogurte. Aí, ele diz que, esses dias, o dente doeu. Não, não foi o dente, corrige. Foi a gengiva que doeu quando ele apertou o dente bem forte. Aí, eu perguntei se tava doendo naquela hora. Ele, espertinho que só, diz que não, que passou, que foi outro dia. Daí, pergunta o menino: “como é mesmo o nome desse negócio que deixa o dente brilhando?”. Eu digo que é o esmalte, que não é legal ranger os dentes, por exemplo, porque gasta o esmalte e o dente vai ficando mais sensível. Ele volta a dizer que, um dia, apertou bem forte os dentinhos e que doeu. Diz também que deve ser cárie, será? Digo que a gente precisa ligar pra tia Aretha, a dentista, e marcar consulta dupla, pra mim e pra ele. E peço pra olhar os dentinhos, e estico a gengiva pra ver os do ladinho. E ele reclama que eu tou esticando demais e que dói a bochecha. E vem a boa. Gutão diz qualquer coisa sobre os dentes e emenda: “…porque se o perfume que cobre o dente. Perfume, não, né, mamãe? O batom”. E me olha fazendo um bico de vergonha tão bonitinho. “Batom, não, filho. É esmalte.” E nós dois caímos na gargalhada!

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Pequena autonomia

Criado por em Blog | 28/01/2009 – 12:49 pm

A isca era a chupeta. Ontem à noite Viquinho, no colo do papai, barriguinha cheia depois do mamá, soltava gritinhos de alegria. Estavam, os dois, na mesa da cozinha. Gutão corria por ali e mamãe tentava desgrudar um sanduíche de queijo que havia grudado na torradeira. Papai comemora: “Ju, o Vico pegou a chupeta sozinho e enfiou na boca”. Mamãe comemora, mas, feito São Tomé, tem que ver pra acreditar. Papai rouba a chupeta do nenê, coloca na frente dele, em cima da mesa, e lá vem a cena. Viquinho franze a testa e faz biquinho, todo concentrado, estica as mãozinhas e pumba, cata a chupeta direitinho! Já a parte do enfiar na boca são outros quinhentos. Primeiro, ele não encontra a boquinha. Depois, encontra e enfia a chupeta de ladinho, e vira, e fica com ela na posição “ao contrário”, nitidamente achando que tem algo errado com aquilo. Até que pumba outra vez. Filhote consegue. Começa aquele vai-e-vem acelerado do bico na boca. Os olhinhos sorriem. Papai dá parabéns pro nenê. Mamãe se enche de felicidade: Viquinho começa a conquistar sua pequena autonomia.

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Meus cabelos, quanta diferença

Criado por em Eu | 27/01/2009 – 4:30 pm

Li no blog da Ana Calabresi uma referência à questão e não tive como não compartilhar também do que estou vivendo. É assustador: cada vez que eu passo a mão nos cabelos, elas se enchem de tufos! Cai cabelo no chão do banheiro, gruda cabelo na minha roupa (preta, então, é um horror). Quando lavo, putz, faço do box galeria pra ‘pendurar’ os fios que vou perdendo. E são muitos.

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Pra adoçar minha vida

Criado por em Bons momentos,Eu,Gutão | 25/01/2009 – 9:50 pm

Gutão jantando e, de cima do cadeirão, esfregando seu pezão nos pezinhos do Viquinho. Nenê “estacionado” ao lado da mesa da cozinha, no carrinho. Eu lavando mamadeiras e pensando no quanto Gutão, lindão, realmente gosta de acarinhar o irmãozinho. Aí, pergunto, em uma tentativa de vislumbrar um futuro doce ao lado dos meus netinhos. Me delicio, dando gargalhadas, com a resposta:

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O mundo gira

Criado por em Eu,familia,Gutão,Vico | 24/01/2009 – 10:33 pm

Voltei ao trabalho na segunda-feira. Na semana anterior, havia passado algumas horas na Redação. Brinquei com minha equipe: “É pra vocês irem se (re)acostumando com a minha cara”.  (Ou, pensando agora, talvez tenha sido o contrário: era pra eu ir me (re)acostumando a outras caras que não as dos meus filhotes…). É uma sensação interessante, a da volta: ao mesmo tempo que fiquei tanto tempo longe (cinco meses é metade de uma gestação), parece que nunca deixei “minhas coisas” por mais que cinco minutos. Já foram tantas conversas, tantas reuniões, tantas coisas importantes e urgentes a resolver. E só se passaram cinco dias de volta à ativa!

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Ele sabe das coisas

Criado por em Eu,familia,Gutão | 18/01/2009 – 9:27 pm

Aconteceu agora, quase nove e meia da noite do domingo, véspera do meu retorno ao trabalho. Gutão, banho tomado, querendo desfrutar ao máximo das férias, pede pra ver (mais) desenho. Eu e o Rô, cansados da jornada do final de semana, queremos, mesmo, é que ele vá pra cama.

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9 + 5

Criado por em Eu,familia,Felicidade,Gutão,Vico | 16/01/2009 – 5:52 pm

Viquinho, querido,

já são 14 meses com você por perto. Nove dentro do barrigão (sim, mamãe já sente saudade dos seus pezinhos cutucando, delicadamente, a minha barriga), cinco fora dele. Há cinco meses viramos quatro de verdade – e como isso foi bom! Gutão, seu irmãozão, segue cada vez mais apaixonado por você. E agora, definitivamente, eu posso dizer que a recíproca é verdadeira. É só você ouvir a voz do seu irmão pra escancarar um sorriso de orelha a orelha. Se está no peito, pára de mamar e vira a cabecinha dourada à procura de onde ele está. Se está no carrinho, mordendo seus bichinhos, e Gutão brinca por perto, você se diverte junto, dando gritinhos de alegria diante das maluquices dele. Sim, porque se tem uma coisa que Gutão faz enquanto cria as brincadeiras dele é gritar muuuito! Incrível que você não chora, não se assusta e nem se estressa com o barulho do seu irmãozão. Ao contrário, você balança os pezinhos, todo excitado, e sorri. Sorri muito. E arrisca uns gritinhos, você também! É, Viquinho, nesse último mês, você aprimorou seus “vocábulos” e tem “falado” muito mais com a gente e com os bichinhos que enfeitam seu quarto. Toda vez que vai mudar a fralda, coisa que agora só pode acontecer com você de lado no trocador, você se atraca com um macaco colorido que deixei por ali pra chamar sua atenção. Agarra, e morde, e grita, e sorri. Feliz.

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Eles crescem

Criado por em Blog | 13/01/2009 – 6:38 pm

Tivemos consulta dupla na dra.Ketty hoje. Gutão e Viquinho foram pesados, medidos, apalpados. Gutão tem me preocupado por causa dessa tosse que não passa, apesar de todos os (muitos) remédios que ele tem tomado. Até que a tosse melhorou um pouco, mas não sumiu completamente. Sempre chega quando a noite cai ou depois que ele faz algum esforço físico. Pois bem, o diagnóstico da pediatra foi diferente de tudo o que já ouvimos até agora nas mil idas ao hospital e até na otorrino. Diferente e coerente com o histórico médico dele, diga-se.

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Delicada relação

Criado por em Eu,familia,Gutão,Vico | 09/01/2009 – 5:42 pm

É assim: mãe que trabalha fora PRECISA contar com certa estrutura dentro de casa. A menos que a mãe em questão não tenha condições financeiras pra bancar o custo de babá/empregada/e quem mais for necessário na jogada, logicamente. Se a questão não for grana, eu acredito que deixar os filhos em ambiente conhecido, em vez de partir pra creche/escolinha tão logo a licença maternidade acabe, é o melhor caminho.

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