O sabadão foi dentro de casa. Não foi inteiro, que nem canceriana das mais convictas aguenta ficar sem ver a cor da rua por muito tempo. O Rô fez bate-volta, chegou perto das seis da tarde e, pouco depois, estávamos a caminho do lançamento do livro de uma amiga muito querida. Um guia sobre o que fazer com as crianças em Nova York (editora Matrix). Livro “gestado” há um bom par de anos a partir das viagens que ela e o marido fizeram em companhia do filho Lucas. O Lucas, aliás, me disse a Anna, perguntou, dia desses, se o Gutão era primo dele (que gracinha!). Ele é filho único e Gutão, um amigo que o encontra vez em quando apenas. Mas eles têm algo (forte) em comum: a paixão pelo Omnitrix, o relógio todo poderoso do Ben 10!!! E Lucas e Gutão se reencontraram ontem e foi como se nunca tivessem deixado de brincar juntos. Deram abraço animado na chegada e na saída. E combinaram se ver, em breve, pra usar o relógio juntos. Tão legal ver afinidades crescendo assim, sem fazer força.
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Sábado foi dia de estréia pro Vicolito. Dia, não. Noitinha. Fomos à primeira peça de teatro da vida dele! No auditório do Ibirapuera, lugar lindo, acústica perfeita. A peça escolhida foi “Pra Nhá Terra”, que eu super recomendo pra crianças e adultos também. Segunda vez do Gutão na platéia desse espetáculo, primeira do Vico fora do barrigão (que nós fomos ver essa peça no teatro Alfa quando eu tava grávida de uns sete meses dele).
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E não é que Vicolito engatinha pra trás, igualzinho fazia seu irmão Gutão cinco anos atrás???? Eita genética forte, meu pai eterno! Viquinho fica brabo porque não consegue “andar” pra frente. Até tenta, verdade seja dita. Bota a maior força nos pezinhos, mas não levanta a cabeça e nem coordena os bracinhos o suficiente pra avançar. Aí, arrasta a barriguinha e…vai pra trás! E quando cansa, deita a cabecinha loura (e pesada!) no chão. Nem sempre resignado. Muitas vezes, fica brabo, resmunga, trava os dentinhos e fica vermelho, vermelho.
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Vai chamar Levi o irmãozinho do Theo, filho da Rê, minha amiga querida. Diferente e lindo nome, impregnado de significado. Chega em junho, o pequenino. Tudo pronto pra recebê-lo. Sábado, nenê ganhou banheira da tia aqui. Um final de tarde delicioso, eu comendo salada e a Rê, um wraps. As duas no meio de uma balada, ao acaso, falando da vida, dando risada, reconhecendo na história da outra um tanto de coisa de cada uma. Fazia anos que eu não tinha um momento tão só meu assim…Quem é mãe talvez me entenda…
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Domingo, dia das Mães.
Ganhei uma camiseta cor-de-rosa, com Santo Expedito estampado nela. O Rô, em nome dos filhos, também me deu um conjunto de baldes pra pipoca. Sim, são três, sendo o primeiro, enoooooorme. Vamos ter que juntar umas dez pessoas pra comer toda pipoca que cabe ali! A sugestão de filme veio junto: Marley e Eu, e eu já fiquei com vontade de sentar com Gutão do meu lado pra dar risada e conversar sobre como a relação com um bichinho pode ser divertida e intensa (ele adora cachorros, vive pedindo pra gente ter um, mas morar em apartamento tem dessas limitações e não temos essa possibilidade por enquanto).
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