No lugar do outro
E agora à noite, enquanto a gente comia alguma coisa antes de dormir (depois de Gutão e Vico passarem a primeira parte da noite em uma festinha de aniversário de um coleguinha da escola nova), contei pra Gutão que um casal de amigos vai viajar e que nós vamos ficar perto pra ajudar a cuidar do filho deles, o Lucas, que tem três aninhos e Gutão como “ídolo”. Eles são amigos pernambucanos e, pra minha alegria, estão morando no mesmo prédio que a gente. Logicamente, estar tão pertinho vai facilitar nossa missão. Lucas vai poder tomar café, almoçar, jantar e brincar aqui em casa sempre que tiver vontade. E pro final de semana já estamos programando carnavalzinho no clube, já que nossos amigos também são sócios.
Bom, eu conversava com Gutão sobre isso — os pais longe e nós, amigos, por perto, ajudando a cuidar do filho deles, dando proteção e carinho. E aí ele vira pra mim e diz que sabe como é que é isso. E me diz: “É pro Lucas se sentir tipo em casa, né, mamãe?”. É, meu filho, é assim mesmo. E você sempre colocando tão bem em palavras aquilo que a gente sente e às vezes nem sabe dizer o que é que é.
Só sei que amigo que é amigo de verdade acolhe, nas horas ruins e nas horas boas também (que ficar feliz com a felicidade de outra pessoa é ato de amor genuíno). Nossa casa sempre vai estar aberta pros nossos amigos e pros amigos que você e o Vico fizerem pela vida afora.
Eu conheço sua amiga!!! E morro de saudade de ouvir ela dizendo com aquele sotaque gostoso: “Eu odeio o Oracle!”. Tentei fazê-la morar perto de mim, mas you win…
Beijos
Como é lindo esse Gutão! E inteligente de montão!
Bjs e bons desejos para a nova escola/nova etapa,