Várias
Acabou que sumi do blog. Tava digerindo o sapão que engoli com a babá!
Não rolou a tal conversa ainda. Mas rolará. Estou esperando a ocasião certa, pra não falar demais, e impensadamente, e acabar melando de vez a relação. Fato é que, por precisar de alguém de confiança, a gente se submete a certas folgas. É uma coisa muito chata, mas necessária…E eu tou agradecendo aos céus o fim das férias. Vai ser bom Gutão voltar a ter rotina e coisas interessantes pra fazer além de TV e cara de quem morreu e não sabe da babá que dorme por perto!!
Bom, mas deixa eu falar mais dos meninos.
Gutão tá lindo e cabeludo, com os dois dentes da frente (em cima) molinhos. E tá enorme. Já bate quase no meu peito. Enorme e mui magrelo. E esse lance de comer está cada dia mais complicado. E irritante. Menino parece que não sente fome, sério. Voltei a dar vitamina pra ver se abre o apetite da criatura. Porque é assim dentro ou fora de casa, com pratos que ele gosta e conhece ou com novidades no cardápio. É um saco, vou te falar. Irrita e desgasta a gente. Tem rolado a tentativa de “se não comer, vai ficar com fome até a próxima ocasião”. Mas Gutão chora horrores, faz um drama absurdo, tenta negociar — embora coma parecendo que está engolindo coco, um saaaaco! Resumindo, irrita e não come direito. Vou levar o caso novamente pra pediatra. Talvez seja hora de investigar outras coisas, sei lá. Só sei que Gutão anda numa fase bonita, mas delicada. Uma pré-pré adolescência, tipo assim. E hoje, antes de dormir, aconteceu alguma coisa e ele disse: “Eu sou um babaca”. Eu retruquei: “Você é lindo, meu filho”. E ele: “Lindo não quer dizer que eu sou esperto”. Toma, mãe babaca!!!
Já Vicolito cresce um pequeno furacão alegre, demonstrando todo seu potencial “leonino”. Aprendeu a dizer não. Diz e grita. E vai pra cima de quem o desafia. E bate no irmão, dá pra acreditar? Apanha também, claro. E chora de ficar vermelho, revoltado. Não entendeu que é pequeno, quer fazer tudo o que o grande faz. Dá altos paus, mas é lindo de ver essa relação e o tanto que meus filhos são diferentes e adoráveis com suas particularidades.
E Viquinho não tenta mais dizer o nome dele. Até uns dias, ensaiava um “Vidende”. Agora, se a gente pergunta, ele simplesmente assume: “É neném”. Acrescentou palavrinhas ao seu mini dicionário. Prestes a completar dois anos, diz: menina, água, carro, pão, caiu, porta, babá, “pepeu” (a chupeta), vovó, vovô, papai, mamãe, Barney, Woody e Lilo (sim, os personagens), “eu quelo”, Buna (a prima e a amiga, linda, do irmão) e Augusssto (a coisa mais fofa do mundo, puxando o “s”). E continua adorando música, essa criaturinha. É impressionante. Ontem dei um violãozinho novo pra ele e o menino deu um show à noite, cantando, se balançando, tocando, tudo isso com uma cueca do Gutão enfiada na cabeça!!!! Vou ter roqueiro em casa, será? Baladeiro, com certeza. E haja coração!
(E ontem nasceu Antonio, irmão da Lara e da Estela, da minha amiga Rachel. Corajosa mãe de três. Mãe e filho passam bem. E eu preciso confessar: ainda penso nisso…)







Posso te contar? A coisa da alimentação é exatamente igual aqui em casa com a Manu. Sem tirar nem por. Quando disposta, invento na cozinha, faço algo que com certeza vai agradar, mas qual nada. Parece que estou oferecendo a coisa mais nojenta do mundo. Já fiz check up, tudo normal, já dei vitamina – o resultado é momentâneo – e a pediatra totalmente contra, por conta do histórico de sobrepeso na família do pai. Enfim, amiga… Sei que não serve de consolo, mas saiba que estamos no mesmo barco.
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Beijos pra vocês. Uma ótima semana e paciência pra nós
Ju querida, venha nos ver e, de fato, se animar. A brincadeira é beeeem emocionante (e só tem dois dias!). Um beijo.
Ju
Quando eu era criança (agora tenho 29) e também não comia nada. Era um chororô só, briga com a mãe, com a vó e muuuito estresse. Quando eu comia um danoninho, minha já ficava feliz para você entender o tamanho do problema. Meu pediatra recomendou que ela me deixasse em paz, que eu não morreria de fome e comeria o que fosse suficiente para mim. E assim foi. Claro que ela morria de preocupação. Mas deixou para ver se pelo menos o estresse acabava. E aos poucos eu fui comendo o que eu queria. Bebia muito suco de laranja, que era o que eu realmente gostava, e só.
Eu, que me lembro bem do tanto que eu chorava e ficava brava com as pessoas insistindo pra eu comer, sei bem que o seu filho também deve se sentir mal com isso. Até hoje fico sem comer por muito tempo. Mas todo mundo aprendeu a conviver e eu nunca morri de fome!
Beijos, se quiser conversar mais, me manda email.
Puxa Ju…parece que você está falando da minha vida…haha…acho que a semelhança se deve a idade parecida de nossos filhos! Arthur está na mesma fase, não come quase nada, mas já foi pior. E está nessa fase de pré pré adolescência…tudo parece complicado para ele, repete as palavras eu não consigo… e eu sempre tentando falar o contrário…consegue é só fazer um esforço! Na escola desatento, não gosta muito de estudar…já vi esse filme!
Isa, meu dodói…minha florzinha de estufa, também adora música, canta, dança, falante …próprio dos leoninos!
Mas, a última parte eu não compartilho…três não é pra mim!Rsss
Beijão Ju… e qdo der, boa conversa com a babá!
Ju, Prá pensar… Ele come na escola? Se não, talvez valha a pena investigar estratégias usadas na escola para ele comer ou com alguma psicóloga. (Aqui em casa o bicho pegou com os NÃOS e verifiquei na escola o que era feito e passei a adotar a mesma postura em casa, funcionou bem. ) Vamos combinar que estressar só deixa a gente sem energia e descabelada, né? Abraços, Luciana
Ainda sobre o stress, percebo que vou ficando impaciente, a fervura levantando e quando sobe de vez é um desastre! Não gosto, pois prá mim mais causa estrago do que resolve, então lanço mão dos recursos que eu tenho para tentar resolver a situação de outras maneiras… É um exercício ser mãe, né? (de criatividade, flexibilidade, paciência, autoridade….) Muita luz e tudo be bom contigo e os seus meninos. tb penso em outro…. muito.