A vida social do Rocky Guaraná
Rocky Guaraná estreou ontem, domingo de Carnaval, suas atividades sociais. Foi a um delicioso churrasco, que terminou tarde da noite em pizzada!, na casa da Dani e do Duda, padrinhos do Gutão e amigos queridos. Cachorrinho se comportou muito bem. Foi na caixinha de transporte, carregado no ombro, feito bolsa, sabe? Levei potes de água e comida, tapetinho higiênico, brinquedinhos e toda a disposição pra ficar cuidando dele. Mas nem precisei. Rocky se entrosou bem com a criançada (apesar de ter prendido a perninha entre os vãos de um banco, por obra de uma amiguinha mais afoita, e dado um pequeno escândalo de latidos, coitado. Fiquei com o coração na boca, medrosa que sou de filho ou cão quebrarem qualquer coisa…). Não deu trabalho algum em relação a xixi e coco. Eu tinha receio dele usar o deck pra essa finalidade. Mas ele simplesmente fez suas necessidades na grama. Ah, que bom seria ter grama em casa! Acho que foi algo instintivo, usar a “terra” como sanitário. O único perrengue na primeira saída com o bichinho foi que ele, claro, roubou pedacinhos de carne que caíram embaixo da churrasqueira e nós não percebemos. E aí vomitou tudo depois. Fora isso, Rocky brincou, andou no colo da galera, comeu e dormiu muito. Inclusive dentro da caixa de transporte, quando achei que seria melhor pra ele ficar “a salvo” do colo das crianças. Não latiu, não pulou, não estressou. A saída com ele foi boa pra constatar que, de fato, ele é um cachorro calmo, dócil e de fácil convivência, na nossa casa ou fora dela.
A volta pra casa foi alegria só. Rocky brincou um montão de pegar brinquedo e trazer de volta pra gente roubar. Devorou dois ossinhos do tipo snack e depois dormiu feito bebê, na caminha dele, do lado da minha cama (sim, por enquanto, como a varanda ainda está repleta de caixas e coisas perigosas pra ele, demos aval pra ele nos fazer companhia no quarto). Coisas que a gente vai flexibilizando quando conhece melhor o comportamento do cachorro, né? Minha ideia era simplesmente não permitir cachorro nos quartos. Com essa raça, bastante higiênica e totalmente de companhia, não faz o menor sentido manter essa regra. Obviamente, isso não quer dizer que temos território livre em casa. Durante o dia, as portas dos quartos ficam fechadas e dos banheiros também, já que ele adora fazer xixi nos tapetes e, como não tem noção de perigo, pode se meter em confusão! O ambiente permitido pra ele se resume entre a lavanderia, onde fica comida e água e o tapetinho higiênico, a cozinha, a sala e a varanda. Mas ele só é feliz quando estamos por perto. Aí, fica calmo e do nosso lado, sem exigir nem carinho nem brincadeiras. Apenas está ali, juntinho. E isso agrada muito os meus meninos, que estão aprendendo a cuidar de um amigo de quatro patas com uma calma impressionante. Ajudam a escovar, a limpar os dentes, me ajudaram no primeiro banho, tentam dar os comandos básicos e etc. Rocky já sabe o lugar de fazer xixi e acerta 90% das vezes. Já o coco, bem, isso ainda vai demorar um pouco, embora ele esteja fazendo praticamente no mesmo lugar na sala. Faz parte e isso não me estressa absolutamente. Nada de broncas, só reforço positivo. E um não bem forte quando ele sobe em um sofá pra pular no outro! Está sendo muito divertido pros dois lados esse aprendizado da convivência, tenho certeza. Um cachorro calmo é um cachorro seguro. E por aqui todo mundo aprende com ele.









