Do amor às letras
O que não falta lá em casa é livro. Temos muitos, de todos os estilos. Livros grandes, pequenos, de fotos, grafites, os clássicos, os mais vendidos do momento, os de trabalho, aqueles de decoração, mais de um da minha adorada Clarice Lispector e por aí vai. Na mudança, aliás, tivemos que fazer uma limpeza sob risco de ter que conviver com livros guardados nos armários que não foram feitos para eles! Chegamos a uma pilha com uns 50 títulos que doamos para a favela de Paraisópolis (há um ponto de doação na Leroy Merlin do Morumbi).
O bacana é que, agora, está tomando forma lá em casa uma biblioteca infantil igualmente interessante, formada por livrinhos bem básicos, daqueles cheios de figuras coloridas que encantam os bebês até os clássicos reeditados na versão quadrinhos. Gutão está encantado com esse formato e com as histórias que tem descoberto. Tanto que ontem, vejam só, me mostrou que a influência da leitura está se dando muito além do que eu poderia imaginar. Filhote está desenvolvendo uma história em quadrinhos com dois coleguinhas da escola. Um deles é o desenhista. Os outros dois, Gutão incluído, dão as ideias para o desenrolar da história. O livrinho, feito em papel A4, fala sobre um cachorro que foi engolido por um tubarão, ou algo do gênero. Eles já fizeram umas duas páginas e estão agora tentando desenvolver o tema e encaminhar para um final, que, segundo ele, precisa ser surpreendente. Sabe tudo, esse guri!
Em nossa conversa sobre esse processo criativo foi muito legal perceber que meu filho, um leitor acima da média para a idade dele, está inspirado a também criar suas próprias histórias e botar pra fora sua imaginação e os personagens que habitam sua cabecinha. Gutão, meu menino que se expressa tão bem falando e era tão resistente a ideia de desenhar ou tentar se expressar escrevendo, está, ao menos, tentando. E descobrindo que, às vezes, o que a gente mais precisa pra colocar uma ideia em prática é achar um parceiro que possa realizar aquilo que a gente não sabe ou ainda não aprendeu como fazer, né? (Ah, como eu aprendo refletindo sobre a convivência com filhos, viu?).
Pois bem, livros, crianças, minha relação com as letras e tudo o que se relaciona com esse universo vai ser tema, em breve, de outro blog: o Conta outra vez. Lá, terei a companhia da Mic Aisenberg (Crescendo e blogando), da Ana Calabresi (Colorida Vida) e da Tita Ponte, uma médica obstetra apaixonada por literatura infantil. Vai ser um experiência muito legal compartilhar com vocês, que já acompanham o Viva o Barrigão, esse novo assunto. Eu aviso da estréia do blog, podeixar. Quero ver vocês por lá, hein?










eita, fiquei curiosa
pelo blog e pelo quadrinho do gutão…
Lu, ficou muito massa! Tu vai ver!
bjs
Já tô lá! Esse meu afilhado me orgulha!
Bj
Que notícia bacana!!!! ADOREI!!!
A Laura já se aventurou a fazer “livros” também. Ela gosta mais de desenhar entretanto. O último tinha uma página de texto e sete de ilustrações! heheheheh Eu acho o máximo também.
Estou animadíssima com nosso novo blog! Tem tudo a ver com a minha nova carreira, quero me dedicar à literatura infantil quando me formar bibliotecária. Bjs!
Dá um orgulho, né? O Sandinho tb adora ler, “devora” livros. Minhas amigas não acreditam qdo perguntam o q ele quer ganhar de presente e ele pede livros…rs Com isso, acaba surpreendendo até os professores com as redações e com a ortografia perfeita. Mamãe baba…rs
Tô curiosa para com o novo blog.
Beijos.
Mal posso esperar! Tita e você, parceria que começou no Instagram e que está dando frutos saborosos… Fico muito feliz! Beijos, querida. Avise quando estiver pronto!
Juju querida, obrigada pelo convite para o novo Blog. Vou visitar sempre… Beijos a todos, e um especial para o Gutão. Continuo super fã deste menino.
Ah, Ju, esqueceu de contar o tanto que Gutão e seu amor aos livros influenciou meu Rafa, esse nerdzinho (quase) incontrolável! Ele voltou de SP vidrado nos quadrinhos, já devorou aqueles dois do Ziraldo que compramos aí, e toda semana me pede pra comprar Gibis na banca de jornal!
E vamos começar logo a tirar nossas ideias da cabeça e colocar no blog. O que não falta é vontade de escrever e gente pra ler, né?