Blog novo no ar
Ficou pronto: o Conta outra vez está no ar!!!
Convido todos(as) os(as) leitores(as) do Barrigão a me acompanharem nessa nova aventura. Junto com três amigas queridas, duas jornalistas e uma médica obstetra!, vamos falar de tudo o que está relacionado a crianças e livros. Vai ser um prazer compartilhar com vocês do que estamos aprendendo sobre a arte de transmitir a nossas pessoinhas o amor que nós dedicamos às letras.
Passem lá: www.contaoutravez.wordpress.com
Do amor às letras
O que não falta lá em casa é livro. Temos muitos, de todos os estilos. Livros grandes, pequenos, de fotos, grafites, os clássicos, os mais vendidos do momento, os de trabalho, aqueles de decoração, mais de um da minha adorada Clarice Lispector e por aí vai. Na mudança, aliás, tivemos que fazer uma limpeza sob risco de ter que conviver com livros guardados nos armários que não foram feitos para eles! Chegamos a uma pilha com uns 50 títulos que doamos para a favela de Paraisópolis (há um ponto de doação na Leroy Merlin do Morumbi).
Dia das crianças
E aí que, em comemoração ao Dia das Crianças, eu falei pra Gutão que ele podia escolher o lugar para almoçar. Qualquer lugar. E me surpreendi com a resposta. Ele, bem blasé, diz que queria almoçar em casa!!! Muito adolescente esse meu filho cabeludo de sete anos, viu? Como não estávamos afins de comer em casa ontem e como, infelizmente, eu não nasci com vocação nem vontade de cozinhar, renegociamos e, obviamente, ele escolheu o McDonalds, com um sorriso de um canto ao outro da boca. Lá fomos nós, encarar loja apinhada de gente e aquele cheiro de fritas no ar. Sabe que, cardápio duvidoso à parte, foi uma escolha divertida? Viquinho brincou taaaanto no brinquedão, correu sem parar, escorregou trocentas vezes, sempre pedindo “mais uma” antes de ir embora. E saímos do McDonalds direto pra uma cafeteria simpática, onde eu e o Rô tomamos um cafezinho e meninos ficaram felizes com um copinho de água com gás (sim, Vicente AMA água de bolinha!!). E do café fomos na loja de peixes, comprar novos habitantes pro aquário que fica no quarto do mais velho. Quatro novos peixinhos, tão bonitinhos. Eu não sei fazer nada além de dar comida e ficar olhando os peixes pra lá e pra cá. Me dá uma paz incrível fixar os olhos ali. Mas não sou boa de ver se a água está com PH correto, de limpar bombinha ou de arrumar plantas e pedrinhas do fundo. Ai, não. O trato em casa é que, quando o cachorro chegar (sim, ano que vem teremos um novo morador em casa) eu vou me responsabilizar pelo PetShop e outros cuidados (adoooro essa parte de escolher a cama, a coleira, a ração. Gosto até da parte de ensinar o bichinho a conviver sem fazer zona no apê). Vamos combinar: é muito mais legal e interativo cuidar de um cachorro do que limpar coco de peixe, né? Só sei que o bicho ainda nem chegou, mas já está fazendo um bem danado pra família. Ontem passamos um tempão em brainstorming, Viquinho palpitando junto, tentando escolher um nome pro dito cujo. Vai ser macho, isso já sabemos. A raça escolhida é a Cavallier, e os machos da raça são mais comportados que as fêmeas. Em breve, vamos encomendar o filhotinho, surpresa pros guris. Eu, que adoro contar historinhas pra eles sobre meus tempos com a Dolly, Coker dourada maluquinha que morava com a gente em Recife, e com o Romeu, Schnauzer que fez meus primeiros tempos em Sampa mais animados, estou me sentindo feito criança de novo. E isso é tão bom. Tivemos um dia feliz ontem.
Do virtual para o real
E aí é assim: conheci a Rê Quintella por causa do Viva o Barrigão. Gutão era bebê de colo ainda, Theo idem. De tanto que “conversávamos” pelo blog e, depois, via email, tomei coragem pra ir conhecer essa amiga virtual em Piracaia, onde ela morava na época. Uma coisa meio louca, ir na casa de alguém que você nunca viu, levando seu filho e seu marido a tiracolo. Mas eu fui porque já sentia que a Rê era alguém em quem eu podia confiar. Meu coração poucas vezes se engana.
A bruxa que mora em mim — parte 100
Sério, tem dias em que me sinto assim. Mãe-bruxa. Horrivelmente bruxa.
É que tem dias em que não acordo legal, uma melancolia sem explicação, uma vontade de não fazer nada, uma dor de barriga que me acompanhou a madrugada inteira e drenou minhas forças, enfim — mãe tem direito a isso, hein?
Presentes exclusivos
Dica pra quem quer sair da mesmice de shopping e presente “feito” e ter a praticidade de comprar coisas lindas sem sair de casa.
Cada um é cada um
E aí que eu entendi qual é minha missão como mãe de dois. E dois tão diferentes.
A cara do slogan é a mesma, mas a mensagem é customizada. Vejam só:
Miscelânea
- Sábado passado não rolou festa de São João do Gutão. Choveu e desmantelou toda a decoração da escola. Ficou marcado pra ontem. Lá fomos nós: papai, mamãe, vovó Lilica (que veio passar o fim de semana com vovô Zeca em Sampa), Gutão e Vico. Chegamos na frente da escola, o prédio onde estudam as crianças a partir do 6º ano, e eu achei meio vazio. Bandeirolas penduradas, mas portão fechado. Pedi pro Rô checar o horário no email (em casa, já havia perguntado pra ele trocentas vezes a que horas era a festa mesmo, que eu não recebi o aviso novo da escola). E aí veio a notícia: ele viu no email que a festa era só hoje, domingo pela manhã. Micoooo!!! Família inteira de xadrez, levemente fantasiada, sem festa junina pra chamar de sua, hahahaaha.
Ainda do feriadão
Foi a segunda vez que Vicente viajou de avião. A primeira foi pra Recife, naquelas férias em que TODOS pegamos conjuntivite. Dessa vez, voamos pra Brasília. Feriadão na casa de amigos, que têm dois filhos, meninos, em idades bem próximas aos nossos. Viquinho foi a atração do avião. Entrou fazendo charme pra galera, tagarelou (na língua dele!) a viagem inteira, deu sorrisinho pras aeromoças. Resumindo: do jeito charmosinho dele, se incomodou um bocado em ter que ficar quietinho na cadeira. E só dormiu quando o avião estava praticamente em solo, tanto na ida quanto na volta. Uma figurinha.









