Crescer faz parte, mas (às vezes) dói
E Gutão me disse ontem à noite, entre uma escovada nos dentes e uma pausa pra esfregar os olhinhos vermelhos de sono: “Eu tou me sentindo muito sozinho na escola nova”.
E Gutão me disse ontem à noite, entre uma escovada nos dentes e uma pausa pra esfregar os olhinhos vermelhos de sono: “Eu tou me sentindo muito sozinho na escola nova”.
“Tenha confiança. Conte com as circunstâncias, que também são fadas. Conte mais com o imprevisto. O imprevisto é uma espécie de deus avulso” (Machado de Assis)
- Voltei ao trabalho. Sensação de estar de ressaca ainda. Ano passado foi dureza total…
- Viquinho ganhou sua caminha. Dormiu nela, feliz e longamente, nas três primeiras noites. De lá pra cá, tem acordado no meio da madruga e arriscado uns passinhos no corredor até ser resgatado e levado ao quarto (dele ou nosso) novamente.
Gutão tem.
E eu descobri agora à noite, depois de um terrível desabafo, seguido de acesso de choro, do meu filhote.
E eu me degladiando com as malas. Ai, sério, eu gosto de viajar, mas eu não gosto, nem um pouco, de arrumar malas. Me perco nas roupas, nos acessórios, nos “e se precisar”, sabe assim? A arrumação da mala dos meninos tem muitos “e se precisar” e eu acho um tédio fazer mala do jeito organizado: primeiro roupas, sapatos, depois o resto, seguindo a sequência lógica. Faço assim, sigo a sequência, mas me canso na metade. Por isso, meu processo leva hooooooras. Estou há umas boas quatro horas hoje nessa função, me dividindo entre a mala deles (que já tá pronta, falta só a necessáire com remédios e quetais) e a minha mala (que também já está meio pronta, faltando agora bolsas, acessórios e essas coisas que fazem o look ganhar vida mesmo sob calor de 40 graus!).