E 2012 chegou!!
E nós fizemos nossa tradicional volta-ao-mundo-em-15-dias, de Recife a Floripa, curtindo os avós, os tios, a prima e os ares de praia de um lado para o outro do país. É um trampo essa maratona, mas já faz parte do ritual familiar, sabe assim? Enquanto são crianças, acho que temos o dever de estimular os laços com quem está longe. Depois, a gente vai torcer pra essa ligação permanecer e pra que eles mesmos se interessem em cultivar os elos com as raízes de pai e mãe.
Continue Reading »
Estou em fechamento da revista, então, precisei trabalhar hoje, feriado. Tirei a manhã pra descansar um pouco e almoçar com a galerinha de casa. Fomos em um lugarzinho simpático do bairro, um restaurante com cara de venda de antigamente, que serve uma comidinha quase caseira e muito gostosa. E tem prato “normal” pra criança: arroz com feijão e bife ou macarrão e filé mignon. Sentamos em uma mesa na parte da frente, embora a gente prefira a parte de trás, onde o atendimento é melhor e Vicolito pode fazer uma certa bagunça chutando as pedrinhas que revestem o chão. Mas estava cheio.
Continue Reading »
Pois bem, estamos naquela fase punk-rock-hard-core de criança testando limites o tempo todo. O estresse com Gutão vem da implicância minuto a minuto com o irmão. A cada hora é preciso rolar uns bons gritos, castigo e até tapas pra acalmar (olha que absurdo!!) a situação. Ele entra em looping quando Vicolito está por perto: só critica/grita/quer bater no mais novo, é realmente péssimo. Já a batalha com Vicente agora é ensinar que ele não pode resolver as coisas na base do “eu quero” o tempo todo. O fato de ser menor não justifica atazanar o irmão, não significa querer as coisas na base do choro, do tapa na cara dos outros ou do escândalo, daqueles de ficar vermelho e se jogar no chão. Pior: agora ele descobriu como forçar o vômito. É só dizer que vai ficar de castigo que, pronto, menino faz que vai vomitar. Hoje chegou a vomitar de fato.
Continue Reading »
Passou agosto, enfim, meu Deus!
Mês de alegria imensaaaaa pelo terceiro aniversário do meu Vicolito. Mas mês também de tanto desgosto…por coisas que eu sinto muitíssimo e outras que eu nem sei direito dizer o que são. Mês de aperto no peito, de 30 dias de ausência da tia Ana, de hospital e corre-corre na vida do tio Julinho, de sentir tanto pela minha mãe e pela angústia dela. Mês de aceitar os limites e o tempo das coisas — que não deu pra entregar o TCC do MBA na prorrogação e eu não tive condições nem de tentar me esforçar pra isso. Então, vamos lá, encarar aulas de monografia a partir de outubro e cumprir o calendário bonitinho pra concluir o trabalho no meio do ano que vem. Mês de indignação diante da mediocridade alheia, da falta de visão e de educação, e dessa falta de gentileza generalizada, que as pessoas andam embrutecendo e perdendo a chance de fazer o dia de alguém feliz com um bom dia pra acompanhar um sorriso. Agosto foi mês de vislumbrar futuros possíveis, de ter coragem para conversas importantes e de guardar o mantra, que ouvi de uma mulher incrível, pra repetir baixinho toda vez que o coração apertar e duvidar de tudo e de tantos: “aceitação, alegria e entusiasmo”. Assim, nessa ordem. Mês de ter que dar um tempo no RPG, de perder sucessivas aulas de inglês, de aceitar as horas de sono que meu corpo e minha cabeça me pediram sem me sentir culpada por isso, de me perdoar por comer mais doce do que eu deveria…mês de reconciliação com as minhas inúmeras fraquezas, sabe assim? Mês de duvidar, pra depois reconhecer, os meus talentos. Difícil isso. Tão difícil isso. Mês de viver a sombra.
Continue Reading »
E aí é assim: conheci a Rê Quintella por causa do Viva o Barrigão. Gutão era bebê de colo ainda, Theo idem. De tanto que “conversávamos” pelo blog e, depois, via email, tomei coragem pra ir conhecer essa amiga virtual em Piracaia, onde ela morava na época. Uma coisa meio louca, ir na casa de alguém que você nunca viu, levando seu filho e seu marido a tiracolo. Mas eu fui porque já sentia que a Rê era alguém em quem eu podia confiar. Meu coração poucas vezes se engana.
Continue Reading »
Pois Gutão anda super agressivo com Vicolito. Super. O pequeno não pode existir — cantar, gritar, dar risada, correr pela casa — que o outro reclama, grita, vai pra cima dando chute, empurrando, agredindo mesmo. Tá feia a coisa, e eu, confesso, não sei como agir direito nas horas em que o pau está comendo. Vico também provoca, às vezes. E dá margem pro outro usar isso como argumento pra todas as outras agressões, sabe como é que é?
Continue Reading »
E não é que peguei conjuntivite, de novo?!!
Surto geral em Sampa, com mais de dois mil casos registrados no litoral e relato da oftalmo que me atendeu ontem de que tem visto mais de 300 pessoas por dia no hospital público onde dá plantão.
Continue Reading »
E tem post no forno sobre a primeira viagem internacional dos meninos. Na real, a primeira viagem a quatro pra um destino “desconhecido” deles, que estão acostumados a pegar avião pra visitar os avós nos extremos do país. Saldo super positivo!
Continue Reading »
Putz, depois de sol, praia, dias de folia descompromissada, veio Sampa. E a chuva. Desde que chegamos de Floripa, no sábado, não deu nenhum dia de clube ainda, embora eu tenha combinado com os meninos que iríamos aproveitar se houvesse brechinha de sol. Até saído aquele solzinho tímido, mas não segura a função “expectativa das crianças por um dia ensolarado”, sabe como?
Continue Reading »
Então, é isso aí: dezembro chegou, 2011 tá logo ali, espiando a gente.
Tirei a semana passada de folga pra botar agenda médica em dia. Eu fui no ortopedista (liberada pro RPG e Pilates, oba) e no dermato (rosto e mãos, ok. Colo precisando de um bom trato). E os meninos já foram na última consulta do ano. Dessa vez, com uma médica nova, perto de casa. Dra. Ketty continua com a gente, mas só vou ter tempo de levá-los lá em janeiro, nas férias (o consultório é muito longe e realmente a agenda anda apertada ultimamente). Voltando à consulta, os dois foram bem avaliados. Peso legal, altura idem. Gutão, grandão. Vicolito cresceu seis centímetros de junho pra cá, chegando aos 89 centímetros. Igualmente bom. A médica nova é bem legal, bem atenta e atenciosa, bem “psicológica”, pra tentar traduzir o que sinto com ela. Gostei. Mandou desencanar da história do levantar noturno do Vicolito. Diz que é fase e que é normal que seja assim. Pra espantar a culpa e curtir, que jajá passa. (veja bem, ela só recomendou isso porque o menino tem o quarto dele, pede pra dormir na cama dele, dorme lá nas sonecas durante o dia e tals. É só na madrugada que, às vezes, ele levanta e quer deitar com a gente. Em muitos dias, ele chama e continua na caminha dele, só quer ganhar mais um carinho.
Continue Reading »