Época de viroses
Foi só o tempo mudar um pouquinho em Sampa, pra galerinha aqui de casa sentir MUITO! Há duas semanas, virose braba. Começou com Viquinho, vomitando. E passou pra todos da casa, incluindo as babás e meus pais, que passaram uns dias com a gente. Virose terrível, muito vômito e diarréia. Gutão ficou maus uns 3 dias. Vico demorou mais tempo, embora tenha vomitado menos. O Rô, eu, meus pais, as funcionárias, vixe, todo mundo passando mal ao mesmo tempo. Semana difícil. Aí, passou. E Vico pegou resfriado. Que essa semana virou gripe, nariz com coriza, tosse e dor de ouvido, ai.
A ordem dos fatores
Acho tão curioso isso, essa diferença na personalidade dos meus filhos. Há algumas semelhanças, claro, que podem ter a ver com a genética que carregam e o ambiente onde eles estão sendo criados. Por exemplo, ambos falam bem e bastante. Ambos são mais sociáveis do que retraídos. Ambos gostam de curtir a casa e de convidar os amigos pra estar por perto. Ambos gostam de folhear livros e revistas e também de brincar com eletrônicos (adoram joguinhos no iPhone). Mas há algumas coisas que são diferentes e que me fazem pensar se aquela tal ordem do nascimento realmente influencia (ou não) na formação da personalidade de uma criança. Será?
Um quarto, dois filhos
A mudança de casa trouxe a mudança de quarto para os meninos. Eles, que dormiam separados antes, passaram a dormir juntos agora. Gutão, obviamente, reclamou dessa decisão, mas achei por bem fazer assim para estimular um mínimo de convivência entre eles, já que a coisa está difícil. É como se para o Augusto brincar com Vicente significasse parecer menor do que ele é, sabe? Sinto que ele quer brincar com o irmão, mas não se permite. E é claro que nessa relação interfere o ciúme, clássico entre irmãos.
A primeira noite de um pequeno homem
E Vicolito dormiu sua primeira noite sem fralda! E sem cueca. Só de pijama. Daqueles bem curtinhos, que o calor, mesmo na madrugada, não tem dado trégua. Caçulinha já não usa fralda durante o dia desde o ano passado e tem bastante autonomia quando sente vontade de se aliviar. Tem alguma dificuldade quando o assunto é o número dois, mas está tomando suquinho de ameixa regularmente e as coisas estão evoluindo. Ontem dormiu sem fralda e não deixou escapar xixi. Eu o acordei pela meia-noite, ele foi ao banheiro, todo sonolento, com a chupeta na boca, resquício dos tempos de bebê que ele insiste em não largar. Coisa mais bonitinha.
Da vida online
Vocês já devem ter percebido que no canto direito do blog há uma galeria de fotos alimentadas com os cliques que faço via Instagram. Pois bem. Essa rede social de fotografia virou um hobby muito estimulante desde o final do ano passado (pra começar a usar é só baixar o aplicativo, grátis, via AppStore). Eu que sempre gostei de fotografar, descobri no iPhone um aliado poderosíssimo. Posso fazer fotos na hora em que eu quero, registrando o que sinto e vejo, com a maior facilidade do mundo. Não preciso mais carregar máquina comigo, nem me preocupar em fazer edição da foto em casa. Agora, está tudo ao alcance do dedo! Obviamente, o que eu mais gosto de fotografar são os meus meninos e a rotina deles em casa. Gutão não gosta muito da ideia de posar, claro. Tenho que implorar quando vejo uma luz bonita banhando o rostinho dele. Na maior parte das vezes, faço foto roubada. E adoro fazer isso, capturar aquele momento de concentração do meu menino grande quando está lendo ou flagrar a gargalhada feliz depois de ganhar lambida do Rocky Guaraná! Ah, como é bom fotografar — com máquina amadora, profissional ou com iPhone! Viquinho, ah, esse, sim, gosta de fazer caras e bocas. Outro dia pedi uma cara de felicidade e ele franziu os olhinhos e abriu um sorrisão que manteve congelado por alguns bons segundos até eu dizer que a foto estava Ok, hahahaha. Adoro.
A vida social do Rocky Guaraná
Rocky Guaraná estreou ontem, domingo de Carnaval, suas atividades sociais. Foi a um delicioso churrasco, que terminou tarde da noite em pizzada!, na casa da Dani e do Duda, padrinhos do Gutão e amigos queridos. Cachorrinho se comportou muito bem. Foi na caixinha de transporte, carregado no ombro, feito bolsa, sabe? Levei potes de água e comida, tapetinho higiênico, brinquedinhos e toda a disposição pra ficar cuidando dele. Mas nem precisei. Rocky se entrosou bem com a criançada (apesar de ter prendido a perninha entre os vãos de um banco, por obra de uma amiguinha mais afoita, e dado um pequeno escândalo de latidos, coitado. Fiquei com o coração na boca, medrosa que sou de filho ou cão quebrarem qualquer coisa…). Não deu trabalho algum em relação a xixi e coco. Eu tinha receio dele usar o deck pra essa finalidade. Mas ele simplesmente fez suas necessidades na grama. Ah, que bom seria ter grama em casa! Acho que foi algo instintivo, usar a “terra” como sanitário. O único perrengue na primeira saída com o bichinho foi que ele, claro, roubou pedacinhos de carne que caíram embaixo da churrasqueira e nós não percebemos. E aí vomitou tudo depois. Fora isso, Rocky brincou, andou no colo da galera, comeu e dormiu muito. Inclusive dentro da caixa de transporte, quando achei que seria melhor pra ele ficar “a salvo” do colo das crianças. Não latiu, não pulou, não estressou. A saída com ele foi boa pra constatar que, de fato, ele é um cachorro calmo, dócil e de fácil convivência, na nossa casa ou fora dela.
Tudo novo
Ano novo, casa nova, nova rotina, e…mais um integrante pra família! Não, gente, não estou grávida. O quinto elemento é um lindo cachorrinho, chamado Rocky Guaraná! Filhotinho da raça Cavalier (para quem quiser saber mais, olha aqui ó http://www.liliescavaliers.com). Fomos buscá-lo quinta-feira passada, depois de dois meses de uma longa espera para as crianças. Gutão recebeu o amiguinho com sorriso de orelha a orelha! Amor à primeira lambida, sabe assim? Vicolito estava dormindo, mas, a nossa felicidade era tanta, que acabou acordando o menino, que veio participar da recpeção ao filhote quase à meia-noite. A primeira noite em casa foi de reconhecimento, como deveria ser. Rocky dormiu na lavanderia, local onde também colocamos o tapetinho higiênico e os potinhos de comida e água. Chorou um tantinho e tivemos que dar carinho pra acalmar o bichinho durante a madrugada. Realmente, me senti revivendo aquela coisa de deita-levanta das madrugadas com bebê em casa!!!
Ano Novo (mas o perrengue da comida continua o mesmo)
E 2012 chegou!!
E nós fizemos nossa tradicional volta-ao-mundo-em-15-dias, de Recife a Floripa, curtindo os avós, os tios, a prima e os ares de praia de um lado para o outro do país. É um trampo essa maratona, mas já faz parte do ritual familiar, sabe assim? Enquanto são crianças, acho que temos o dever de estimular os laços com quem está longe. Depois, a gente vai torcer pra essa ligação permanecer e pra que eles mesmos se interessem em cultivar os elos com as raízes de pai e mãe.
Aprendendo a aprender
Já falei disso por aqui e vou voltar ao assunto porque, pra mim, é parte fundamental da missão de ser pai e mãe e entra naquelas definições de “educação para a vida”, sabe assim? Pois bem. Ensinar sobre as relações, os sentimentos, as conexões entre as coisas e as pessoas, ensinar a conviver, ah, eu acho TÃO importante. Dedicar esforço para transmitir aos filhos a importância disso que não é a parte “racional” da vida. Não é ensinar um “como” fazer, não é ficar falando teoricamente sobre um monte de assuntos, que cada pessoa tem um ritmo no mundo, cada um tem um jeito que prefere pra abordar e acessar coisas/pessoas/sentimentos/acontecimentos. Mas é dar a possibilidade aos filhos de experimentarem isso que eu chamo de “valores” importantes para a família.
O terceiro integrante
Não, não estou grávida (embora não tenha abandonado de vez essa ideia…).
Sim, nós teremos mais um “menino” em casa a partir de janeiro: compramos um cachorrinho!!!!









