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Pois bem, voltamos. Férias rápidas, necessárias, deliciosas. Depois dos pitis dos primeiros dias em Recife, Gutão se comportou muito bem. Curtiu os avós, os amiguinhos, as primas. Comeu muitas frutas, correu bastante, andou de bate-bate no parquinho do shopping, experimentou ficar de pé no chão o tempo todo (o chão aqui de casa é geladérrimo, ele só vive de pantufas…). Na hora de voltar Sampa, até ensaiou um “não quero ir embola de Recife”. Lindo.
Férias – alegria e desespero
Estamos em Recife, eu e Gutão, desde sábado. Encontramos a cidade colorida e com uma brisinha boa de “inverno” pra amenizar o solão que nos brinda a cada manhã. A chegada foi uma alegria. Uma comitiva nos esperava no aeroporto! Com direito até a amigo do Gutão, o Igor, da Rapha querida, uma surpresa das boas. A viagem foi ótima. Filhote se comportou super bem. Até me ajudou a trocar a fralda dele no banheiro minúsculo do avião. Detalhe: de pé, segurando a camiseta pra mamãe conseguir segurar a fralda!
Os dias têm sido de céu azul, praia cedinho, castelinho na areia e banho nas águas mornas de Boa Viagem. A maré tá seca, um espetáculo. Mar verdinho, arrecifes pontuando o horizonte. Delícia. Gutão, sempre protegido com protetor solar, já ficou levemente com a marca da sunga, embora continua branquelíssimo. Eu, que sempre uso, tenho caprichado ainda mais no protetor — estou em guerra às manchas no rosto e acho que vou voltar pra casa coradinha, mas, definitivamente, não com um bronze de fazer inveja.
Filhote tem se esbaldado com a companhia da priminha Mayara, cinco meses e alguns centímetros mais velha. Os dois formam uma dupla do barulho. Correm, gritam, se abraçam, morrem de dar risada juntos. A Mayara, que chama Gutão de “Butão” ou “Robusto” em vez de Augusto, brinca que ele é o neném dela. Ele, todo feliz, deixa que ela embale, faça carinho, uma coisa. Hoje passamos o dia na granja, e Gutão conheceu as primas gêmeas, Juju e Lulu. Não deu lá muita bola pra elas, é verdade. São menores, nem dois anos ainda. Pra não dizer que não rolou interação, ele não tirava o olho delas quando deixava a motoca um minutinho estacionada!
O feriado foi de correr no mato, fazer carinho no cavalo, guerrinha de esguichar água com a Mayara, muita fruta, um pouquinho de sorvete de chocolate, e muita, muita alegria. Gutão voltou no carro exausto. E eu feliz da vida pensando que ia ser brindada com um “ir dormir” tranquilo. Hã-hã.









